Pioneirismo ecológico da Câmara de CG repercute em Minas
A implantação do programa EcoCâmara na Câmara Municipal de Campo Grande, oficializado no último dia cinco, durante sessão solene na Casa, começa a gerar frutos fora do estado. O exemplo do legislativo municipal ecoou em Minas Gerais através da empresa Biovale – Energia & Logística e da Ong Vale da Cidadania, que querem levar a idéia para a Câmara Municipal de Belo Horizonte.
“Recebemos um email dos presidentes destas duas instituições pedindo informações sobre a adequação da Câmara ao projeto de neutralização de Carbono, que é uma das ações projetadas pelo EcoCâmara. Vamos dar este suporte”, afirmou Bluma e foi além: “É muito bom ver que a Câmara de Campo Grande está servindo de exemplo para outros estados”.
No email assinado em conjunto pela Biovale e pela Ong Vale da Cidadania, seus presidentes – Elísio Baraçal Moura e Waldemar Lucas – destacam o pioneirismo da Câmara e de Bluma: “Queremos parabenizá-lo pelo excelente projeto e por sair na frente em defesa do meio ambiente com a redução e neutralização das emissões de dióxido de carbono”.
Consciência - Presidente da Comissão Permanente de Meio Ambiente da Câmara Municipal, Bluma destaca a importância do projeto que implanta ações de defesa do meio ambiente no legislativo municipal, através de iniciativas básicas para diminuir a emissão de poluentes. “O legislativo de Campo Grande é o primeiro do Brasil a buscar a redução e neutralização das emissões do gás, o que significa que a Câmara de Campo Grande não contribui para o efeito estufa”, diz Bluma.
A iniciativa dá um exemplo à população de Campo Grande para implementares ações de preservação do meio ambiente. “Este é um avanço muito grande, estamos fazendo a nossa parte e com isso queremos dar o exemplo para que a sociedade campo-grandense possa seguir. O legislativo municipal tem dado passos importantes da questão ambiental”, avaliou.
Segundo o vereador, a preservação ambiental é um assunto que cada vez mais adquire uma importância maior, já que está afetando diretamente as atividades econômicas mundiais. “Antes tínhamos o pensamento de que tudo era infinito, a água, os combustíveis e até o ar que respiramos. Hoje temos consciência de que tudo isso é finito e um dia irá acabar. Para evitar tudo isso precisamos preservar o meio ambiente existente. A palavra de ordem é educação ambiental”, salientou Bluma. (Publicado no MS Notícias: 11/06/2007 - 11:21. http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=234650)